A fim de representar a faculdade de uma matéria um tanto complexa, ao longo da história, escolheu-se um símbolo totalmente ligado a ela, uma junção de vidrarias conhecida como retorta.
Surgindo com o início da alquimia, a retorta deu as suas caras com as descobertas de Maria, a Judia, no início do século II, sobre destilação. O aparelho possui sua estrutura com o objetivo de separar uma mistura, onde o composto que entra em ebulição mais rapidamente condensa no pescoço (tubo) do dispositivo, coletando-se a substância em um balão de fundo redondo.
A popularidade da retorta ocasionou em seu formato digital, como emoticon, para alguém que gosta de experimentar ou fermentar, estando diretamente relacionado com a química. Além disso, observa-se a utilização do símbolo em anéis de licenciados em química, havendo uma coruja de um lado, que representa a sabedoria, uma pedra de safira azul central, e, do outro lado, a retorta.
Por mais que o uso da retorta, atualmente, seja bem incomum, este símbolo permaneceu marcado por apresentar diversas contribuições e importantes descobertas para a química.
Com a sua evolução, surge-se a criação de uma nova retorta, mais moderna e reduzida, feita de borossilicato, onde há a junção da balança analítica com o bico de Bunsen.






